Como escrevemos.
A CyberX faz inteligência com IA. Seria incoerente se o nosso portal fosse escrito de outro jeito.
Método
Cada matéria segue o mesmo método que aplicamos em investigação: um analista define o recorte e o que pode ou não ser dito, a redação é feita com apoio de modelos de IA operados pela nossa equipe, e o resultado volta para revisão humana, linha a linha.
Nada sigiloso entra nesse processo. As matérias são escritas a partir de material público — decisão judicial, ato de autoridade, relatório de terceiro, registro em blockchain. Dado de cliente e material de caso não passam por nenhuma das ferramentas usadas aqui.
O que a IA acelera é o trabalho. O julgamento continua sendo nosso.
Revisão jurídica
Quando a matéria trata de responsabilidade civil ou penal, jurisprudência, autoridade pública ou pessoa identificável, ela passa por revisão jurídica antes de publicar — feita por advogado criminalista.
Limites
Escrevemos sobre o que pode ser dito em público: tipologias de fraude e golpe, ameaça digital, rastreamento on-chain e regulação. Nunca sobre caso que atendemos, cliente, matéria sob segredo de justiça, ou detalhe operacional que comprometa uma investigação — a nossa ou a de terceiros. Caso de terceiro entra pelo ato oficial público.
Imagens
As capas são geradas por IA e saem com marca d'água da CyberX. As pessoas retratadas não existem, e semelhança com figura pública real é barrada antes da publicação.
Correção
Erro de fato se corrige no próprio texto, com nota datada dizendo o que mudou. Não apagamos silenciosamente.
Nada sai daqui sem alguém que responde pelo que está escrito. Essa responsabilidade é da CyberX.